Foto: Divulgação/Bike Santos

De janeiro a setembro deste ano, o programa Bike Santos evitou a emissão de 51 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera. O número equivale à poluição que 29 carros geram em um ano. Nesse período, os usuários do sistema realizaram 217.515 viagens e pedalaram mais de 339 mil quilômetros pelas ruas da cidade.

O sistema, que funciona todos os dias das 6h às 23h, conta com 43 estações espalhadas por Santos. Para usá-lo, o usuário deve baixar o aplicativo Bike Santos, disponível nas lojas virtuais, fazer o cadastro e escolher o plano. O passe diário custa R$ 7,31 e o mensal, R$ 14,62. Ambos permitem viagens ilimitadas de até 45 minutos, com intervalos de 15 minutos entre cada uso.

Segundo Renan Borsatto, gerente de operações da Serttel, empresa responsável pelo funcionamento do sistema, o Bike Santos representa mais do que uma opção de transporte. “Cada pedalada contribui para uma cidade mais limpa, saudável e alinhada com práticas sustentáveis”, afirma.

Além disso, a Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos (CET-Santos), que gerencia o projeto, vê o serviço como parte essencial da mobilidade urbana. Para Marcelo Afonso Prado, diretor de Transportes Urbanos da CET-Santos, o uso de bicicletas em deslocamentos curtos ajuda a reduzir a emissão de gases poluentes e melhora a qualidade de vida da população.

O programa Bike Santos teve a operação pela Serttel em parceria com a Unimed Santos e o Sicoob Unimais Metropolitana.

Redação Fatos Fontes

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