Uma falha na Amazon Web Services (AWS), serviço de computação em nuvem da Amazon, afetou diversas plataformas na última segunda-feira (20), incluindo empresas dos setores de e-commerce, aviação, redes sociais e instituições financeiras.
Entre as mais de 500 companhias impactadas estavam PicPay, Mercado Livre, iFood, Duolingo e Zoom. De acordo com a Amazon, os serviços já foram restabelecidos.
A especialista em Segurança da Informação da IAM Brasil, Natalian Silva, explica que a AWS não é o único fornecedor de soluções em nuvem. “Outros fornecedores, como Microsoft Azure, Oracle e Google Cloud Platform, também estão sujeitos a falhas e ataques. A responsabilidade de habilitar controles, monitorar os ambientes e garantir a segurança é dos clientes desses serviços. Cada empresa deve estruturar suas configurações e assegurar o funcionamento adequado de acordo com suas políticas internas e regulamentações”, detalha.
Segundo ela, uma das estratégias mais eficientes para reduzir riscos é adotar um ambiente de nuvem híbrido — que combina infraestrutura local (on-premises) com serviços em nuvem. “Esses ambientes são comuns nas empresas e ajudam a prevenir ocorrências como essa, minimizando impactos e garantindo a continuidade dos negócios”, afirma.
Natalian também destaca a importância de um plano de continuidade de negócios bem estruturado. “Muitos planos desconsideram os ambientes de nuvem, olhando apenas para os processos operacionais. É essencial contemplar toda a infraestrutura tecnológica que sustenta o negócio”, finaliza.
Sobre a IAM Brasil4
A IAM Brasil é uma empresa referência em Segurança da Informação, com foco em Cibersegurança e Gestão de Identidade e Acessos (IAM).
Fundada em 2021, conta com uma equipe de 48 colaboradores no Brasil e 10 profissionais atuando no exterior. Em expansão constante, a empresa está presente em países da América Latina, Europa, Estados Unidos e EMEA, apoiando organizações na proteção de identidades, mitigação de riscos cibernéticos e garantia de conformidade regulatória.

