Foto: Carla Oliveira

Você já teve aquela dúvida, computador bom precisa ser novo? Ou quais são as diferenças entre um equipamento novo e um usado bem montado?

Segundo o CEO da X-Factor Soluções em Informática, Luiz Capelas, o fato de um computador ser novo não necessariamente atesta que é uma boa opção de compra. “Muitos fatores devem ser levados em consideração, tais como os modelos exatos das peças, o ano de fabricação, se possuem procedência e qualidade, a necessidade do cliente, dentre outros. As vezes uma máquina seminova, revisada internamente por um profissional capacitado, e que se utiliza de peças de melhor qualidade pode ser uma melhor opção.”

Desempenho

Sobre o que define o desempenho de um computador atualmente é o processador, memória, SSD ou sistema operacional.

Além disso, Capelas aborda sobre o que mais pesa para o usuário comum.

“Nada pode ser analisado isoladamente. O conjunto total será o que determina o desempenho de uma máquina.”

PC e notebook

Uma dúvida é se PC e notebook recondicionados são confiáveis. Além disso, é importante saber com que o consumidor precisa observar para não cair em cilada na hora da compra.

“Não recomendamos a compra de máquinas que se utilizam de peças recondicionadas. Diferente das máquinas seminovas, que têm um determinado tempo de utilização, porém não apresentaram defeitos, as máquinas recondicionadas apresentaram algum tipo de problema interno e foram reparadas para que voltassem a funcionar.”

Ele explica que infelizmente, vários processos de reparo não ficam exatamente como quando a peça sai da fábrica, não garantindo a mesma performance e tempo de vida. Além disso, muitas vezes o processo de reparo acaba por “agredir” outro componente próximo, o que também diminui o tempo de vida útil.

Velho virando novo

Aliás, muitos precisam e não sabem como fazer um computador usado “rodar como novo”. Por isso, é necessário saber quais upgrades simples e acessíveis fazem mais diferença no dia a dia.

Segundo o CEO, o upgrade vai depender de caso para caso, porém é sempre bom manter a revisão da máquina em dia (uma vez ao ano) a fim de evitar superaquecimentos por sujeira interna, bem como otimização do sistema que tendem a ficar “sujos” com o tempo e vão comprometendo o desempenho.

Troca e investimento

Por último e não menos importante, é fundamental saber quando vale a pena trocar e quando vale manter, emque situações o conserto ou a atualização compensam mais do que comprar outro equipamento.

“Isso vai depender muito de caso para caso. Particularmente para nossos clientes na X-Factor sempre fazemos a fórmula do “Quanto vai pagar X Quanto vai ganhar”.

Por isso, ele cita que se o valor investido em um equipamento novo for equivalente ao desempenho a mais proporcionado, vale a pena.

“Ou, ainda, caso a máquina atual do cliente já não tenha uma confiabilidade boa (por estar apresentando múltiplos defeitos, intermitências, etc), nesse caso vale a pena o investimento em uma máquina. Porém, caso o valor investido não seja proporcional aos benefícios que a nova máquina trará, nesse caso é melhor manter a atual, realizando algum tipo de upgrade, manutenção ou otimização.”

 

Redação Fatos Fontes

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *