O Hospital Municipal da Brasilândia – Adib Jatene intensificou a captação de órgãos e registrou sete procedimentos nos três primeiros meses de 2026. Além disso, a unidade alcançou 24 captações desde o início do serviço, em dezembro de 2023. Com isso, o hospital amplia o acesso a transplantes e fortalece o atendimento pelo Sistema Único de Saúde.
Ao longo desse período, equipes viabilizaram a doação de órgãos e tecidos para pacientes da lista nacional. Entre os itens captados, estão corações, rins, fígados, córneas e pâncreas. Dessa forma, o trabalho contribui diretamente para reduzir o tempo de espera por transplantes e salvar vidas em todo o país, sob coordenação do Sistema Nacional de Transplantes.
Na prática, a unidade mantém um processo estruturado e criterioso. Inicialmente, a equipe multiprofissional identifica sinais clínicos e inicia o protocolo de morte encefálica. Em seguida, médicos realizam avaliações rigorosas em etapas distintas. Assim, o hospital garante segurança e confiabilidade em todas as fases.
Depois da confirmação, profissionais acionam a Organização de Procura de Órgãos e Tecidos. Nesse momento, equipes especializadas assumem a condução da captação no centro cirúrgico. Além disso, a definição prévia dos órgãos elegíveis permite planejamento e agilidade no procedimento.
Paralelamente, a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes organiza fluxos internos e integra os setores envolvidos. Como resultado, o hospital evita perdas de अवसरidades e aumenta a eficiência das captações.
Segundo a direção da unidade, o avanço nos números reflete o trabalho contínuo das equipes. Nesse sentido, profissionais priorizam a identificação precoce de doadores e mantêm atenção constante aos protocolos. Ao mesmo tempo, o atendimento preserva o respeito ao paciente e à família.
Por outro lado, o acolhimento familiar ocupa papel central em todo o processo. Desde o início, equipes oferecem informações claras e suporte emocional. Assim, familiares compreendem cada etapa e podem decidir com segurança.
Por fim, especialistas reforçam a importância do diálogo sobre doação ainda em vida. Dessa maneira, a decisão familiar se torna mais consciente e pode gerar impacto positivo para outras pessoas que aguardam por um transplante.

