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Com a chegada do outono, a queda de temperatura e a baixa umidade do ar favorecem o aumento de problemas respiratórios em crianças. No entanto, os riscos vão além de gripes e resfriados e envolvem também alergias e agravamento de doenças já existentes.

Segundo a infectologista pediátrica Dra. Carolina Brites, a estação deixa as vias aéreas mais sensíveis, o que facilita quadros como rinite, asma, bronquite e bronquiolite, principalmente em crianças pequenas. Além disso, é comum haver confusão entre alergias e infecções. Em geral, alergias não causam febre, enquanto infecções virais costumam apresentar esse sintoma.

Outro fator importante é o comportamento durante o outono. Ambientes fechados e com pouca ventilação aumentam a circulação de vírus. Por isso, é essencial observar sinais de alerta, como febre persistente, tosse prolongada, cansaço e dificuldade para respirar.

A prevenção envolve cuidados simples no dia a dia. Manter a vacinação em dia, incentivar a hidratação, oferecer alimentação equilibrada e priorizar ambientes ventilados são atitudes fundamentais. Também é importante higienizar filtros de ar-condicionado e evitar exposição ao fumo passivo, que agrava problemas respiratórios.

Mais do que tratar, a recomendação é prevenir. Pequenas mudanças na rotina ajudam a reduzir riscos e evitam complicações, especialmente em crianças mais vulneráveis.

Redação Fatos Fontes

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