Foto: Divulgação/PMS

Alunos da UME Padre Waldemar Valle Martins participaram nesta quarta-feira (20) de uma atividade especial sobre educação financeira, no bairro Macuco, em Santos. A ação integrou o projeto Poupadores do Futuro, realizado em parceria entre o Ministério da Previdência Social e o Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais.

Além disso, a iniciativa marcou a Semana Nacional da Educação Financeira, promovida entre os dias 18 e 24 de maio. Neste ano, a campanha trouxe o tema “Educação Financeira, construindo um futuro com longevidade e prosperidade”.

Aula prática desperta interesse dos alunos

A advogada Daniele Orgem e a psicóloga Carolina Sotero comandaram a atividade com linguagem lúdica e educativa. Durante a dinâmica, as profissionais distribuíram cédulas ilustrativas e organizaram um leilão simulado.

Ao todo, 19 alunos do 4º ano do ensino fundamental receberam R$ 800 em dinheiro fictício. Em seguida, os estudantes disputaram itens como videogame, iPhone, kits de maquiagem e patins.

Segundo Daniele Orgem, o projeto incentiva o planejamento financeiro desde a infância e fortalece a noção de prioridade entre as crianças.

Por outro lado, Carolina Sotero destacou a falta de diálogo sobre dinheiro dentro das famílias. Para ela, muitos adolescentes já possuem acesso a recursos financeiros, mas ainda enfrentam dificuldades para administrar gastos.

Crianças relatam experiências com economia

A estudante Eloha Miranda, de 9 anos, aprovou a atividade e realizou o primeiro lance do leilão para comprar um celular fictício. A aluna contou que conseguiu adquirir vários itens e ainda terminou a dinâmica com dinheiro sobrando.

Da mesma forma, Isadora Carolina Brito afirmou que costuma guardar o dinheiro que recebe do pai para comprar brinquedos e ajudar outras pessoas por meio de doações.

Projeto reforça aprendizado dentro da escola

Para a professora Paula Gois Matos, o projeto contribui para o entendimento do uso consciente do dinheiro desde cedo.

Além disso, a educadora ressaltou que o contato com cédulas físicas facilita a compreensão das crianças em um cenário cada vez mais digital.

Redação Fatos Fontes

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