Com a chegada do período de férias escolares e o aumento da prática de soltar pipas, a Prefeitura de São Vicente intensificou as ações de combate ao uso e à comercialização de cerol e outras linhas cortantes.
Sendo assim, na última segunda, a Operação Fim da Linha percorreu os bairros Vila Margarida e Jóquei Clube. Desse modo, apreendendo materiais irregulares, reforçando a fiscalização e o trabalho de orientação à população.
Desse modo, a ação reuniu equipes das secretarias de Defesa e Organização Social (Sedos) e de Comércio, Indústria e Negócios Portuários (Secinp). Além da Guarda Civil Municipal (GCM), da Polícia Militar (PM) e do Procon.
Durante a operação, foram fiscalizados estabelecimentos comerciais e realizadas orientações a comerciantes e moradores sobre a proibição da venda e do uso de cerol e linha chilena.
“Ações como essa são fundamentais para preservar vidas. Além da fiscalização, é essencial que as famílias também orientem crianças e adolescentes. Como poder público, temos o dever de intensificar esse trabalho para coibir a comercialização desses materiais na Cidade”, destaca o secretário de Comércio, Indústria e Negócios Portuários, Fernando Paulino.
Além disso, para o secretário de Defesa e Organização Social, Silvio Damaceno, a operação vai além da fiscalização. “Nosso compromisso é proteger a população, evitar novas tragédias e conscientizar a sociedade de que empinar pipa é uma brincadeira saudável. Mas, o uso de cerol e de linhas cortantes é proibido por lei, coloca vidas em risco e não será tolerado em São Vicente.”
Cerol é proibido e pode gerar multa
Além disso, a comercialização, o uso, o porte e a distribuição de cerol, linha chilena e outros materiais do tipo proibidos por lei. Além de colocar em risco a vida de motociclistas, ciclistas, pedestres e até mesmo de quem empina pipa, o descumprimento da legislação pode resultar em multas e outras penalidades administrativas, incluindo a cassação da licença de estabelecimentos comerciais que insistirem na venda desses produtos. A Prefeitura reforça que denúncias sobre a comercialização irregular podem ser feitas através do 153.

