A Autoridade Portuária de Santos (APS), empresa responsável pela infraestrutura pública do Porto de Santos, recebeu em seu centro de treinamento, na última quinta-feira (27), cerca de 120 profissionais para capacitação sobre a malária. A doença é observada com relativa frequência no Porto, onde é comum a chegada de tripulantes enfermos nos navios que passam por áreas endêmicas. No entanto, ela não traz risco à cidade, uma vez que o mosquito vetor da doença não é encontrado na zona urbana.
A formação foi dada pelo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de Santos, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. O evento contou com apresentações de temas como cenário epidemiológico e manejo clínico. Além de métodos diagnósticos, cenário e pesquisa entomológica na Baixada Santista e discussão de casos.
Os discursantes foram: Dalton Pereira da Fonseca Jr, Gabriela Zembruski Nunes e Andrea C. Passos de Yanagiura, todos do GVE Santos; Karina Takesaki Miyaji, do Ambulatório dos Viajantes do Hospital das Clínicas da USP; Silvia Maria di Santi, do Instituto Adolfo Lutz; e Luís Filipe Mucci, do Instituto Pasteur.
A conferência foi dirigida a profissionais de saúde de diversas entidades públicas e privadas que atuam no Porto.

