O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) votaram na manhã deste domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições 2026.
Os dois disputam o governo paulista em lados opostos. Além disso, cada candidato apoia um grupo de candidatos ao Senado. As pesquisas mais recentes apontam empate técnico entre os principais nomes da disputa.
Tarcísio vota no Morumbi
Tarcísio votou por volta das 10h20 no Colégio Miguel de Cervantes, no Morumbi, na Zona Oeste de São Paulo. O governador chegou ao local acompanhado dos candidatos ao Senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).
Depois de votar, Tarcísio afirmou que mantém o otimismo com o resultado das eleições. Além disso, destacou a saúde e a segurança pública entre as prioridades para um possível segundo mandato.
Segundo o governador, o envelhecimento da população deve aumentar a pressão sobre os serviços de saúde. Por isso, ele defendeu mais planejamento para financiar o setor.
Na segurança pública, Tarcísio citou investimentos em inteligência, monitoramento e equipamentos para as guardas civis metropolitanas.
“A gente tem que pensar que a população está envelhecendo, então vai ter cada vez mais pressão no serviço de saúde. A gente tem que pensar como vai financiar isso. Na segurança pública, é a gente investindo mais em inteligência, cada vez mais em monitoramento, em equipar as guardas civis metropolitanas.”
Tarcísio também deve acompanhar a apuração em São Paulo ao lado de aliados. Entre eles, estarão André do Prado e Guilherme Derrite, candidatos ao Senado que contam com o apoio do governador.
Haddad vota acompanhado de Alckmin
Fernando Haddad votou na Brazilian International School, em Indianópolis, na Zona Sul de São Paulo. O candidato chegou ao local acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), da mulher, Ana Estela Haddad, e de aliados.
Depois da votação, jornalistas perguntaram a Haddad sobre decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e os possíveis efeitos delas sobre a campanha.
Haddad, entretanto, minimizou o impacto das decisões. Além disso, defendeu uma nova discussão sobre uma reforma do Judiciário.
“Todo tema relevante impacta. Está falando de um poder da República, não é algo qualquer. Mas essa discussão mais recente sobre uma reforma do Judiciário tivemos uma reforma recente que foi o Lula que fez, e agora ele próprio está convencido à luz dos acontecimentos que é preciso fazer (uma nova). Há oito anos, ele estava propondo exatamente isso”.
Haddad destaca participação feminina
Haddad também comentou a participação feminina nas eleições. O candidato citou Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), candidatas ao Senado por São Paulo, como integrantes do grupo político que apoia sua candidatura ao governo.
Segundo Haddad, as próprias candidatas decidiram disputar o Senado. Por isso, ele afirmou que não impôs nenhuma candidatura feminina.
“Gostaria que fosse mais [a participação feminina], mas a gente vai compondo da maneira como elas querem. A gente não impõe a candidatura [feminina], eu tenho certeza que a Marina [Silva] e a Simone [Tebet] escolheram disputar o Senado, e foi uma decisão harmônica. Temos uma chapa paritária, quatro cargos importantes, dois ocupados por mulheres.”
Disputa pelo Senado tem empate técnico
A disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo chegou ao dia da votação com um cenário de empate técnico.
As pesquisas mais recentes colocam Guilherme Derrite, André do Prado, Marina Silva e Simone Tebet entre os principais nomes da disputa.
Enquanto isso, Guto Schiavetto (Missão), Dra. Eliana Ferreira (PSTU), Ednelson Cesaretti (PCO), Geraldo Rufino (Podemos), Soninha Francine (Cidadania), Maíra de Souza (UP), Marcio Alves (UP), Petter Maahs (PCB), Weller Gonçalves (PSTU) e Wiiliam Teixeira (Agir) também disputam as vagas.
Assim, os eleitores paulistas escolhem neste domingo os dois candidatos que ocuparão as vagas do Senado em disputa.
Governador e candidato ao governo paulista votaram pela manhã e destacaram propostas para saúde, segurança pública e participação feminina na política.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) votaram na manhã deste domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições 2026.
Os dois disputam o governo paulista em lados opostos. Além disso, cada candidato apoia um grupo de candidatos ao Senado. As pesquisas mais recentes apontam empate técnico entre os principais nomes da disputa.
Tarcísio vota no Morumbi
Tarcísio votou por volta das 10h20 no Colégio Miguel de Cervantes, no Morumbi, na Zona Oeste de São Paulo. O governador chegou ao local acompanhado dos candidatos ao Senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).
Depois de votar, Tarcísio afirmou que mantém o otimismo com o resultado das eleições. Além disso, destacou a saúde e a segurança pública entre as prioridades para um possível segundo mandato.
Segundo o governador, o envelhecimento da população deve aumentar a pressão sobre os serviços de saúde. Por isso, ele defendeu mais planejamento para financiar o setor.
Na segurança pública, Tarcísio citou investimentos em inteligência, monitoramento e equipamentos para as guardas civis metropolitanas.
“A gente tem que pensar que a população está envelhecendo, então vai ter cada vez mais pressão no serviço de saúde. A gente tem que pensar como vai financiar isso. Na segurança pública, é a gente investindo mais em inteligência, cada vez mais em monitoramento, em equipar as guardas civis metropolitanas.”
Tarcísio também deve acompanhar a apuração em São Paulo ao lado de aliados. Entre eles, estarão André do Prado e Guilherme Derrite, candidatos ao Senado que contam com o apoio do governador.
Haddad vota acompanhado de Alckmin
Fernando Haddad votou na Brazilian International School, em Indianópolis, na Zona Sul de São Paulo. O candidato chegou ao local acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), da mulher, Ana Estela Haddad, e de aliados.
Depois da votação, jornalistas perguntaram a Haddad sobre decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e os possíveis efeitos delas sobre a campanha.
Haddad, entretanto, minimizou o impacto das decisões. Além disso, defendeu uma nova discussão sobre uma reforma do Judiciário.
“Todo tema relevante impacta. Está falando de um poder da República, não é algo qualquer. Mas essa discussão mais recente sobre uma reforma do Judiciário tivemos uma reforma recente que foi o Lula que fez, e agora ele próprio está convencido à luz dos acontecimentos que é preciso fazer (uma nova). Há oito anos, ele estava propondo exatamente isso”.
Haddad destaca participação feminina
Haddad também comentou a participação feminina nas eleições. O candidato citou Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), candidatas ao Senado por São Paulo, como integrantes do grupo político que apoia sua candidatura ao governo.
Segundo Haddad, as próprias candidatas decidiram disputar o Senado. Por isso, ele afirmou que não impôs nenhuma candidatura feminina.
“Gostaria que fosse mais [a participação feminina], mas a gente vai compondo da maneira como elas querem. A gente não impõe a candidatura [feminina], eu tenho certeza que a Marina [Silva] e a Simone [Tebet] escolheram disputar o Senado, e foi uma decisão harmônica. Temos uma chapa paritária, quatro cargos importantes, dois ocupados por mulheres.”
Disputa pelo Senado tem empate técnico
A disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo chegou ao dia da votação com um cenário de empate técnico.
As pesquisas mais recentes colocam Guilherme Derrite, André do Prado, Marina Silva e Simone Tebet entre os principais nomes da disputa.
Enquanto isso, Guto Schiavetto (Missão), Dra. Eliana Ferreira (PSTU), Ednelson Cesaretti (PCO), Geraldo Rufino (Podemos), Soninha Francine (Cidadania), Maíra de Souza (UP), Marcio Alves (UP), Petter Maahs (PCB), Weller Gonçalves (PSTU) e Wiiliam Teixeira (Agir) também disputam as vagas.
Assim, os eleitores paulistas escolhem neste domingo os dois candidatos que ocuparão as vagas do Senado em disputa.

