Foto: Bruno Peres/ Agência Brasil

O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste domingo (11), que o Partido dos Trabalhadores (PT) acionará a Justiça contra a suspensão do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou a medida após um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, adversário de Lula na disputa presidencial.

Lula critica decisões eleitorais

Durante um ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo, Lula declarou que o partido pretende contestar a decisão judicial. Além disso, o candidato criticou o que considera uma interferência indevida da Justiça Eleitoral no processo eleitoral.

Segundo Lula, decisões recentes prejudicam sua candidatura. Por isso, ele defendeu medidas para equilibrar a disputa e afirmou que não aceitará o fechamento do canal.

Campanha de Flávio Bolsonaro apresenta justificativa

A campanha de Flávio Bolsonaro pediu a suspensão do canal sob a alegação de que seus administradores divulgavam informações falsas. De acordo com a campanha, as publicações relacionavam uma possível vitória do candidato do PL ao cancelamento de benefícios e programas sociais.

Por outro lado, o deputado André Janones, responsável pela criação do canal e apoiador de Lula, contestou a acusação. Em suas redes sociais, ele afirmou que o grupo buscava mobilizar eleitores e explicar o funcionamento da campanha durante o segundo turno.

Janones nega divulgação de notícias

Além disso, Janones declarou que o canal servia para ampliar o alcance das páginas e reunir apoiadores. O deputado também negou que utilizasse o espaço para divulgar notícias.

Diante desse cenário, a suspensão do canal provocou críticas de Lula e de seus aliados, enquanto a campanha de Flávio Bolsonaro sustentou que a medida se justificava pela necessidade de combater a desinformação eleitoral.

Redação Fatos Fontes

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