O Projeto Albatroz abriu 20 vagas gratuitas para o Coletivo Jovem Albatroz (CJA). A iniciativa busca jovens de 18 a 29 anos interessados em educação ambiental e conservação marinha.
As inscrições seguem até 30 de outubro, às 23h59. Para participar, os candidatos devem preencher o formulário on-line e atender aos requisitos da seleção.
Os selecionados participarão do curso “Cultura Oceânica em Jogo: jovens na cocriação de práticas educativas”. A formação terá encontros presenciais na Universidade Santa Cecília (Unisanta), em Santos, entre novembro e janeiro.
Curso estimula a educação ambiental
Durante a formação, os jovens conhecerão os fundamentos da educação ambiental e da cultura oceânica. Além disso, vão refletir sobre a importância dos oceanos para a vida no planeta e o papel da juventude na construção de um futuro sustentável.
Os participantes também criarão atividades educativas em grupo. A proposta é desenvolver materiais acessíveis, participativos e que outros profissionais possam utilizar em diferentes espaços.
Segundo Arianne Fonseca, educadora responsável pelo Coletivo Jovem Albatroz em Santos, os jovens organizarão essas atividades em formato digital. O material incluirá orientações para professores, educadores ambientais e outros profissionais interessados em aplicar os jogos com suas turmas.
Dessa forma, o projeto pretende ampliar o alcance das ações de educação ambiental e incentivar a conservação dos ambientes marinhos e costeiros.
Encontros ocorrerão na Universidade Santa Cecília
A formação terá encontros presenciais duas vezes por semana, às terças e quartas-feiras, das 14h às 17h. As atividades ocorrerão entre novembro e janeiro.
O endereço é Avenida Conselheiro Nébias, 536, no bairro Boqueirão, em Santos.
Quem pode participar?
Para concorrer a uma das 20 vagas, os interessados precisam atender aos seguintes critérios:
- Ter entre 18 e 29 anos;
- Morar em uma cidade da Baixada Santista;
- Ter disponibilidade para participar dos encontros presenciais;
- Demonstrar interesse em educação ambiental, trabalhos colaborativos e conservação marinha.
A seleção aceita moradores de Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente.
Além disso, os candidatos não precisam estar matriculados no ensino superior. Estudantes e profissionais de diferentes áreas podem participar. Assim, cada integrante poderá contribuir com suas experiências para a criação de atividades educativas voltadas à preservação ambiental.
Como fazer a inscrição?
Os candidatos devem preencher o formulário on-line até 30 de outubro, às 23h59. Em seguida, os coordenadores responsáveis pelo Coletivo Jovem Albatroz avaliarão as inscrições.
O edital completo reúne as informações sobre o processo seletivo e as condições de participação.
Quem tiver dúvidas pode escrever para [email protected] ou [email protected]. Nesse caso, é necessário utilizar o assunto “DÚVIDA CURSO CJA SP”. Os interessados devem enviar as perguntas dentro do prazo de inscrição.
Coletivo Jovem Albatroz já reuniu mais de 190 jovens
O Projeto Albatroz criou o Coletivo Jovem Albatroz em 2015 para formar novas lideranças na conservação marinha e costeira. Desde então, a iniciativa incentiva os jovens a propor e desenvolver projetos que contribuam para transformar a realidade de seus territórios.
Ao longo dessa trajetória, os integrantes participaram de cursos, oficinas, saídas de campo e visitas técnicas. Além disso, marcaram presença em reuniões de órgãos colegiados voltadas à criação de políticas públicas e em eventos sobre juventude e meio ambiente.
Mais de 190 jovens de diferentes regiões do Brasil já participaram das ações do coletivo. As formações abordaram temas como políticas públicas, educação ambiental, captação de recursos, comunicação ambiental, produção audiovisual e atividades artísticas.
Projeto Albatroz atua na conservação de aves marinhas
Desde 1990, o Projeto Albatroz trabalha para reduzir a captura incidental de albatrozes e petréis durante atividades pesqueiras no Brasil. A Petrobras patrocina a instituição desde 2006.
Atualmente, o projeto mantém bases em quatro estados brasileiros. Também conta com um Centro de Visitação em Cabo Frio, no Rio de Janeiro.
O espaço oferece exposições, trilhas autoguiadas, deck de observação de aves e atividades de educação ambiental. Dessa maneira, a instituição amplia o acesso ao conhecimento sobre essas espécies e reforça a importância da conservação dos oceanos.

