Foto: Divulgação/APS

A Autoridade Portuária de Santos (APS) iniciou as primeiras etapas do projeto de aprofundamento do canal de navegação do Porto de Santos. A ordem de serviço foi emitida na última sexta-feira (17), após a suspensão da liminar que impedia o andamento da licitação. Ademais, com isso, a empresa Jan de Nul do Brasil Dragagem Ltda., vencedora do processo, começou os trabalhos.

O projeto de aprofundamento do canal do Porto de Santos prevê aumentar a profundidade de 15 para 16 metros. A mudança permitirá a operação de navios maiores, além de ampliar a capacidade logística do maior porto da América Latina. Contudo, a expectativa é fortalecer a competitividade do complexo portuário e atender ao crescimento da movimentação de cargas.

Além disso, nesta fase inicial, a empresa ficará responsável pelos estudos técnicos e pelo licenciamento ambiental da obra junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Entre as atividades previstas estão a elaboração do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima), além dos projetos básico e executivo.

Entretanto, de acordo com a APS, essa etapa deverá ser concluída em até 21 meses. Após a emissão das licenças ambientais, começarão a dragagem de aprofundamento do canal e a dragagem de manutenção do novo calado, com duração prevista de até dois anos.

O que muda com o aprofundamento do canal do Porto de Santos?

O aprofundamento do canal de navegação permitirá a entrada de embarcações de maior porte e aumentará a eficiência das operações portuárias. Portanto, a obra também deve reduzir restrições operacionais e melhorar a logística de exportação e importação pelo Porto de Santos.

Principais pontos da obra

  • Início das primeiras etapas do projeto de aprofundamento.
  • Canal passará de 15 para 16 metros de profundidade.
  • Estudos ambientais e elaboração do EIA/Rima já começaram.
  • Licenciamento será realizado junto ao Ibama.
  • Prazo de até 21 meses para a fase técnica.
  • Dragagem e manutenção do novo calado ocorrerão após a liberação ambiental.
Redação Fatos Fontes

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