Foto: Gerada por Inteligência Artificial/Gemini

A preocupação com a proteção de marcas tem ganhado espaço entre empreendedores e profissionais que participam da criação e do desenvolvimento de empresas. Designers, contadores, advogados, profissionais de marketing e outros especialistas têm buscado parcerias com empresas especializadas em registro de marcas para oferecer uma solução mais completa aos seus clientes.

Motivos

O advogado especialista em registro de marcas César Capitani explicou o motivo para designers, contadores, advogados e outros profissionais a buscar parcerias com empresas especializadas em registro de marcas

O ponto é que o cliente já está na mão desses profissionais quando a necessidade aparece. O designer está criando o nome e a identidade visual, o contador está abrindo a empresa, o advogado está cuidando da parte jurídica… e naturalmente surge a pergunta: “E a minha marca, está protegida?”.

A parceria permite que o profissional dê uma solução para isso sem precisar virar especialista em registro de marcas.

Como funciona a parceria?

 

Sobre como funciona a parceria, a ideia é ser simples.

“O parceiro identifica que aquele cliente tem uma marca que precisa ser protegida e faz essa ponte com a Capitani Marcas. A partir daí, nós cuidamos da parte técnica, ou seja,pesquisa, análise da viabilidade, definição das classes, protocolo no INPI e acompanhamento do processo.

O parceiro não precisa aprender a fazer registro de marca nem assumir uma responsabilidade que não é da área dele.”

Vantagens

 

Além disso, o advogado cita quais são as principais vantagens desse modelo para o profissional parceiro e, principalmente, para o cliente que precisa proteger sua marca.

“Para o profissional, a vantagem é conseguir entregar algo a mais para o próprio cliente sem sair da sua área. Para o cliente, é ainda melhor, porque ele não fica sendo jogado de um lado para o outro procurando quem faça o serviço.”

Desse modo, ele recebe uma indicação de alguém em quem já confia e o registro fica nas mãos de quem trabalha especificamente com isso. No fim, todo mundo ganha.

 

Perfis

O advogado aborda que designers e contadore têm maior potencial para desenvolver esse tipo de parceria com a Capitani Marcas.

“O designer normalmente participa justamente do nascimento da marca, enquanto o contador acompanha a abertura e o crescimento da empresa. Mas também funciona muito bem com advogados de outras áreas, agências de publicidade, profissionais de marketing, social media, consultores empresariais e até desenvolvedores de sites.

São profissionais que convivem diariamente com empresas e empreendedores e acabam vendo a necessidade de proteção da marca antes mesmo de o próprio cliente perceber.”

Aumento

 

Aliás, Capitani cita que percebeu um aumento na procura por registro de marcas por parte de empreendedores e empresas

“Hoje o empreendedor está muito mais atento à marca do que alguns anos atrás. E não são só empresas grandes. Temos pequenos negócios, profissionais liberais, lojas, restaurantes, empresas de serviços, criadores de conteúdo e negócios que estão começando praticamente do zero.

A internet também ajudou muito nisso. Hoje uma empresa pequena pode ganhar visibilidade muito rápido, então o empresário começou a perceber que proteger o nome não é uma preocupação só de empresa grande.”

 

Erros mais comuns

Dessa forma, sobre os erros mais comuns cometidos por empresas que criam uma marca, investem em identidade visual e divulgação, mas não fazem o registro, é justamente fazer tudo na ordem errada.

“A pessoa escolhe o nome, paga pelo logotipo, abre Instagram, faz fachada, cartão, uniforme, anúncio e começa a divulgar. Só depois vai pesquisar se aquela marca pode ser registrada.

Aí descobre que alguém já registrou um nome igual ou parecido. Dependendo do caso, precisa mudar tudo. Então, antes de gastar dinheiro construindo uma marca, o ideal é saber se você realmente poderá ter aquele nome como seu.”

Exemplos

 

Além disso, ele contou um exemplo em que uma parceria desse tipo ajuda um profissional a oferecer uma solução mais completa ao cliente ou evita um problema com a marca.

“Um exemplo simples é o designer que está criando uma identidade visual e, antes de o cliente investir em todo o projeto, nos procura para verificar aquele nome. Na pesquisa, podemos encontrar uma marca anterior muito parecida e avisar que existe um risco.

É muito melhor descobrir isso nessa fase, quando ainda dá para mudar o nome com pouco prejuízo, do que descobrir depois da fachada pronta, do Instagram crescendo e de milhares de reais investidos em divulgação. Nesse caso, a parceria não serviu só para vender outro serviço: ela pode evitar um problema para o cliente.”

 

Registro de marca

Para quem está começando um negócio ou já tem uma empresa estabelecida, o quanto antes ter um registro da marca é melhor.

“Se o negócio ainda está começando, o ideal é pesquisar a marca antes mesmo de investir pesado naquele nome. Se a empresa já existe e nunca registrou, não significa que seja tarde, mas eu não deixaria para depois.

Meu principal conselho é não esperar a marca ficar grande para querer protegê-la. Quanto mais conhecida e valiosa ela se torna, maior é o prejuízo se aparecer um problema. A marca é um patrimônio da empresa e deveria ser tratada assim desde o começo.”

 

Redação Fatos Fontes

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