Foto: Arquivo/PMS

O 30º Mutirão de Combate ao Aedes aegypti acontece nesta quinta-feira (14) nos bairros São Jorge e Caneleira, em Santos. A mobilização partirá do Jabaquara Atlético Clube (Av. Francisco Ferreira Canto, 351), na Zona Noroeste. A ação, inicialmente marcada para o dia 6, foi adiada por causa da forte chuva.

Cerca de 90 profissionais vão atuar na operação, incluindo 65 agentes de combate a endemias e 25 trabalhadores do Terra Santos. Eles visitarão casas, coletarão materiais que podem acumular água e orientarão os moradores sobre como eliminar criadouros do mosquito.

Os agentes, identificados por uniforme e crachá, oferecem inspeções nos imóveis. Durante as vistorias, identificam possíveis focos, eliminam larvas e aplicam larvicidas ou soltam peixes larvófagos quando necessário.

Nos 29 mutirões anteriores, os profissionais eliminaram 1.528 focos com larvas e registraram 2.125 recusas de entrada nas residências.

Além do mutirão, o Grupo de Informação, Educação e Comunicação (IEC) promove ações educativas durante a semana:

Ações educativas da semana:

11/08 (segunda) – 9h: Policlínica da Nova Cintra

12/08 (terça) – 9h: Policlínica Morro José Menino

14/08 (quinta) – 9h: Estande na Policlínica São Jorge e Santa Maria

15/08 (sexta) – 9h: Entorno do Super Centro Boqueirão e da Universidade Santa Cecília

Dados da dengue em 2025


Santos já registrou 4.069 casos de dengue neste ano, com pico em abril e maio, além de quatro mortes. Em julho, foram confirmados 87 novos casos. A cidade também soma 254 casos de chikungunya.

Vacinação contra a dengue


A vacina está disponível nas policlínicas para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. É preciso tomar duas doses, com três meses de intervalo, para garantir a proteção. Até agora, apenas 25,26% do público-alvo completou o esquema vacinal.

Como o mosquito se prolifera


A fêmea do Aedes aegypti deposita ovos em água parada. Com calor e umidade, surgem as larvas, que se transformam em mosquitos. Apenas as fêmeas picam humanos, podendo transmitir dengue ou chikungunya se estiverem infectadas.

Estratégias permanentes em Santos

Casa a Casa: visitas de rotina aos imóveis

Mutirões: realizados semanalmente em diferentes bairros

Vistorias mensais: em escolas, shoppings, borracharias, cemitérios e obras

Nebulização: aplicação de inseticida em áreas com casos confirmados

Armadilhas: 481 unidades monitoradas semanalmente

Drones: usados para fiscalizar locais de difícil acesso

Educação e denúncias: ações em escolas, empresas e via Ouvidoria 162 ou santos.sp.gov.br/ouvidoria

A iniciativa contribui para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 3 da ONU – Saúde e Bem-Estar.

Redação Fatos Fontes

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