Foto: Divulgação/PMS

A Prefeitura de Santos iniciou, na última semana, a reforma do bonde que vai se transformar no novo Posto de Informações Turísticas (PIT) do Gonzaga.

Primeiramente, equipes retiraram o equipamento do bairro do Valongo e o levaram para um galpão de marcenaria no Macuco. Lá, a empresa responsável já começou os trabalhos.

Além disso, a Secretaria de Obras e Edificações (Seobe) coordena o projeto, que inclui o restauro do bonde português número 137. Nesse sentido, a equipe escolheu a carroceria porque o veículo já não pode circular, mas ainda atende às necessidades de uso fixo.

Enquanto isso, o bonde atualmente instalado no PIT Gonzaga deixará o local e, posteriormente, poderá voltar a operar.

Ao mesmo tempo, a Prefeitura investe R$ 1,5 milhão na obra, que deve ser concluída em nove meses.

Obra e investimento


A empresa SM Soluções em Obras Ltda., vencedora da licitação, executa os serviços. Ao longo dos trabalhos, as equipes utilizam materiais, equipamentos e mão de obra especializados para garantir a adaptação do bonde ao novo uso.

Histórico do bonde

Originalmente, o bonde 137 foi fabricado na década de 1920 e integrou o sistema de transporte público da cidade do Porto, em Portugal. Anos depois, na década de 1970, técnicos realizaram modificações estruturais e ampliaram a capacidade de passageiros.

Posteriormente, a cidade do Porto doou três bondes a Santos. Desde então, equipes já restauraram dois deles, enquanto o bonde 137 aguardava recuperação.

Restauro e adaptação

Por outro lado, o restauro atual seguirá um modelo diferente dos bondes em operação. Assim, os profissionais substituirão parte da estrutura de madeira por perfis metálicos, o que aumenta a resistência e reduz custos.

Além disso, o projeto inclui a instalação de lavabo acessível, sistema de climatização, comunicação e mobiliário específico para atendimento ao turista.

Acessibilidade e entorno

Além das mudanças no veículo, a Prefeitura também vai melhorar o entorno. Por isso, equipes construirão uma rampa de acesso para pessoas com deficiência e executarão um novo projeto de paisagismo.

Por fim, na parte inferior, os profissionais substituirão o sistema mecânico por uma base de concreto, garantindo mais estabilidade. As peças originais permanecerão apenas como elementos decorativos.

Redação Fatos Fontes

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