A telemedicina está ampliando sua presença no sistema de saúde brasileiro. Com a possibilidade de realizar consultas a distância, os pacientes encontram novas alternativas para acessar profissionais de saúde, economizar tempo e reduzir deslocamentos.
De acordo com a pesquisa TIC Saúde 2025, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 28% dos estabelecimentos de saúde brasileiros ofereciam teleconsulta. Em 2023, o índice era de 22%.
Os dados mostram que o atendimento remoto continua avançando no país, mesmo após o fim da fase mais crítica da pandemia de Covid-19.
A praticidade está entre os fatores que contribuem para essa expansão. Além de facilitar o acesso em determinadas situações, as consultas on-line podem ajudar pessoas com dificuldades de mobilidade e pacientes que precisam conciliar os cuidados com a saúde e os compromissos diários.
Segundo a advogada Fernanda Magalhães, porta-voz da Soft Vitta, empresa do segmento de seguros e saúde, o crescimento da modalidade acompanha as mudanças na oferta de serviços médicos.
“A possibilidade de realizar uma consulta sem precisar se deslocar pode facilitar o acesso, especialmente para quem enfrenta dificuldades de mobilidade ou tem uma rotina que limita a busca por atendimento presencial”, afirma.
Contratação de serviços digitais requer cuidados
Com mais opções disponíveis no mercado, os consumidores precisam avaliar as condições dos serviços de telemedicina antes de contratar uma plataforma.
Entre os principais pontos de atenção estão a relação de atendimentos incluídos, as formas de acesso aos profissionais e a disponibilidade de canais de suporte. Também é importante conhecer as regras do contrato e verificar como funciona o atendimento em diferentes situações.
Para Fernanda Magalhães, a expansão das consultas on-line reforça a necessidade de oferecer informações claras aos usuários.
O paciente deve saber quais serviços estão disponíveis e compreender quando será necessário procurar uma unidade de saúde para receber atendimento presencial.
Consultas on-line não substituem todos os atendimentos
Apesar das vantagens, a telemedicina não atende a todas as necessidades de saúde. A escolha entre uma consulta remota e uma presencial depende do quadro clínico e da avaliação do profissional responsável.
Em alguns casos, o médico precisa examinar fisicamente o paciente ou solicitar procedimentos que exigem atendimento presencial. Por isso, as duas modalidades podem atuar de forma complementar.
A transparência na contratação também merece atenção. Antes de aderir a um serviço digital, o consumidor deve conferir a cobertura oferecida, as condições de utilização e os canais disponíveis para esclarecer dúvidas.
Dessa maneira, a telemedicina pode ampliar as alternativas de atendimento, desde que seja utilizada de acordo com as necessidades de cada paciente.
Sobre a Soft Vitta
A Soft Vitta atua no segmento de saúde digital, com uma plataforma voltada à telemedicina. A solução oferece triagem, consultas médicas a distância e encaminhamentos para diferentes especialidades.
Mais informações estão disponíveis em https://softvitta.com.br/.

