Foto: Antonio Augusto/TSE

Após votar no segundo turno das eleições, neste domingo (25), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, defendeu o respeito à soberania popular e ao resultado das urnas.

Fachin votou por volta das 11h, na Asa Sul, região central de Brasília. Em seguida, conversou com a imprensa e destacou o papel dos cidadãos na democracia brasileira.

“É preciso sempre lembrar que toda a autoridade e todo o poder emanam do povo. Portanto, é fundamental respeitar as escolhas que resultarem da manifestação da soberania popular”, afirmou.

Fachin pede tranquilidade após a votação

Além de defender a vontade popular, Fachin ressaltou a importância de manter a estabilidade do país após a apuração dos votos, independentemente do resultado.

“O Brasil precisa de paz e tranquilidade para que, a partir de amanhã, possa enfrentar os diversos desafios que demandam a presença do Estado”, declarou.

Por isso, o ministro reforçou que o respeito ao resultado eleitoral representa um compromisso essencial com a democracia. Nesta semana, Fachin também destacou que o sistema democrático depende da “lealdade às regras do jogo, inclusive por parte de quem perde”.

Ministro reforça defesa das instituições

Nos dias que antecederam o segundo turno, Fachin defendeu as instituições democráticas e a vontade popular expressa nas urnas. Ao mesmo tempo, as discussões sobre a atuação do STF no processo eleitoral ganharam espaço no debate público.

Antes do primeiro turno, o Supremo enfrentou uma crise institucional marcada por confrontos e acusações públicas entre ministros. Além disso, as campanhas eleitorais incorporaram o tema aos debates políticos.

Mais de 158 milhões de eleitores podem votar

Neste domingo (25), mais de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a escolher o presidente da República no segundo turno.

Além da disputa presidencial, os eleitores também votam para governador em cinco estados: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins. O Distrito Federal também participa da votação para o governo local.

 

Redação Fatos Fontes

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